A vez da energia solar

PAINEL

A Energia Solar entra como alternativa viável e definitiva para o sistema energético brasileiro. A participação desta matriz energética foi expressiva no primeiro leilão onde participou com preços competitivos, tendo em visa a necessidade de aumentar a garantia física do sistema.

Foram negociados R$ 15.9 bilhões em contratos de 20 anos.

O saldo do leilão demonstra uma tendência irreversível: 31 usinas solares e 31 eólicas contratadas.

O preço contratado da energia solar no leilão foi um dos menores do mundo: R$ 215 por megawatt-hora, com deságio de 17,9%.

A energia eólica saiu por R$ 142 por megawatt-hora, com deságio de 1,15%.

A carga de energia que será injetada na rede será 890 megawatts (MW).

O início do suprimento de energia será 1º de outubro de 2017.

Energia Solar

Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, “foi o leilão mais competitivo desde o início do processo de leilões no Brasil”.

O preço negociado, um pouco abaixo de 90 dólares por megawatt hora, indica que essa matriz energética irá expandir.

Para o consumidor é uma ótima notícia. A gente conseguiu comprar uma fonte que é limpa e interessante, com pouco impacto ambiental, não faz emissões, por um preço que não vai onerar na tarifa.
Novos leilões de energia solar devem ocorrer no ano que vem, com a queda de preço por megawatt-hora.

A demanda por módulos solares trará fábricas destes componentes para o Brasil. A novidade é que o Brasil também possui tecnologia e fábrica de painéis fotovoltaicos, com desenvolvimento em Guaxupé.

 

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